Prezado ladrão de mentes:
Escrevo está carta com o intuito de algum dia, você compreender meu sentimento por ti.
Você já fez estrago na minha matéria e alma, cavou enormes buracos em meu peito, não sei se irá cicatrizar. Quando penso que está curando, você reaparece das cinzas, me machucando novamente.
A culpa nunca será sua, mas rezo para nunca mais te ver, pois sentir os teus olhos cheios de ódio pelo meu amor, causa aflição. Porém meus sentimentos por ti são imensos, que perco o controle da situação.
Não sou narcisista, é claro que almejo você, mas a sua felicidade é maior do que o meu eu. Jamais irei perder as esperanças de algum dia sentir o ardor da sua pele na minha.
Posso somente ser lembranças vagas para você, porém isto basta.
Com carinho, Gabrielly
Por: Gabrielly M.
quinta-feira, 3 de março de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Olá queridos (as), pretendo todo mês estar indicando filmes de diversos gêneros, este mês indico: "Enrolados"
O filme traz a história da princesa Rapunzel, um clássico. Porém tudo mais divertido e contada de uma maneira diferente.
A graciosidade da garota e suas trapalhadas somente nos divertem. No desenrolar do filme, pode-se rir muito e no final chorar, aliás até aqueles que possuem coração de pedra derramam uma lágrima (risos).
Como todos sabem, os filmes da Disney sempre tem cantoria, que se torna desagradável. Mas nem isto tira a sua concentração no filme.
Na sala do cinema, não encontramos somente crianças, os casais estão presentes e idosos.
Os personagens do filme são carismáticos, nos encantam. O interessante é o equilibrio, não existe apenas o romance, mas a aventura e comédia também, não tem aquele tom melodramático de filmes de princesas.
Entre estes e outros motivos indico "Enrolados"
Por: Gabrielly M.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Apenas um sonho
Estava sonolenta, minha cabeça estava fervendo, alias o meu corpo inteiro estava prestes a entrar em ebulição. Apesar de não conseguir raciocinar, questionei-me: “Por que estou aqui? Apenas por ele?”. - A senhorita deve ir. –diz um velho cujo corpo magricela e roupas velhas.
- I-I-IR? –digo gaguejando.
- Sim, a senhora não está bem. –diz o velho.
- Como vou me sentir bem, estando sóbria? – Digo infeliz.
- Sóbria? A senhora está no bar. –Diz debochando.
- Tchau! – Digo com frieza.
Meu corpo passou a pesar e minha mente a apagar. Sinto alguém tocar em mim, e reconheço o toque, quando ouço a voz:
- Olá, querida – uma voz doce.
Não é possível, não podia ser quem eu pensava. Ele não está mais entre nós. Olho para traz e vejo o rosto angelical, os cabelos escuros, os olhos esbugalhados, mas o sorriso torto de sempre. Sinto uma lágrima percorrer meu rosto.
- Como? –Digo sorrindo.
- Como? – Ele diz sem entender
- Você? –digo encabulada.
- Eu fui ao banheiro Ronie. –Diz sorrindo.
- Não brinque comigo! Você está morto. –Digo chorando.
-É, você bebeu demais. Vamos para casa!
- Não! O que houve? Por quê?
- Por favor, sem perguntas. – Ele estava com o rosto tristonho.
- Este tempo passei somente pensando em mim e você. Meu coração pulsa por ti, este tempo tive que lidar com isso. Senti falta dos teus olhos, sua ...- Ele me interrompeu, levando seu dedo até os meus lábios.
- Tenho que ir! – Ele disse, deixando uma lágrima cair.
- Não! Beija-me pela última vez Charlie. –Digo implorando.
Ele sorriu e se aproximou do meu rosto. Estávamos quase nos beijando.
- CHARLIEEEEEEEEEEE!
Deitada na mesa do bar, todos olhando em minha direção. E digo a todos:
- Estava vivendo apenas um sonho, onde o meu amor não terá volta.
Por: Gabrielly M.
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